<?xml version='1.0' encoding='iso-8859-1' ?><rss version='2.0' xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/'><channel><title>Crítica</title><link>http://criticanarede.com/</link><description>A Crítica é uma revista virtual dedicada à filosofia, com mais de dez anos de existência. Visite a Crítica para ler artigos, recensões, entrevistas e outros materiais.</description><language>pt-pt</language><copyright>Copyright: (C) Crítica, ISSN 1749-8457. Ver em http://criticanarede.com/termos.html os termos de utilização.</copyright><docs>http://cyber.law.harvard.edu/rss/rss.html</docs><image><title>Crítica</title><url>http://criticanarede.com/pics/logo3.png</url><link>http://criticanarede.com/</link></image><lastBuildDate>Wed, 14 May 2008 09:43:29 GMT</lastBuildDate>
<item><title>Por Que Escrevo e Outros Ensaios</title><link>http://criticanarede.com/porqueescrevo.html</link><guid>http://criticanarede.com/porqueescrevo.html</guid><description>George Orwell é o nome literário de Eric Arthur Blair, que nasceu a 25 de Junho de 1903 no estado de Bengala, na Índia, e morreu de tuberculose em Londres no dia 21 de Janeiro de 1950, sem chegar a completar 47 anos. Hoje em dia é conhecido sobretudo como autor de A Quinta dos Animais (1945), publicado com o título O Triunfo dos Porcos, em Portugal, e A Revolução dos Bichos, no Brasil, e Mil Novecentos e Oitenta e Quatro (1949), ambas denúncias vívidas e subtis de estados totalitaristas.</description></item><item><title>Haverá provas em ética?</title><link>http://criticanarede.com/eticaobjectividade.html</link><guid>http://criticanarede.com/eticaobjectividade.html</guid><description>Se o subjectivismo ético não é verdadeiro, por que razão se sentem algumas pessoas atraídas por ele? Uma das razões tem a ver com o facto de a ciência fornecer o nosso paradigma de objectividade, e quando comparamos a ética à ciência, à ética parecem faltar as características que tornam a ciência tão irresistível. Por exemplo, a inexistência de provas em ética parece uma grande deficiência.</description></item><item><title>O Manual de Epicteto</title><link>http://criticanarede.com/epicteto.html</link><guid>http://criticanarede.com/epicteto.html</guid><description>Trata-se de tradução do texto grego do famoso Encheirídion de Epicteto, filosófo estóico grego nascido no ano 55 em Hierápolis na Frígia, Ásia Menor (hoje Turquia). Epicteto, como Sócrates, nada escreveu. Seu pensamento nos chegou através de seu aluno Flávio Arriano (cidadão romano de origem grega), que compilou (possivelmente com auxílio da taquigrafia) suas aulas em oito livros (As Diatribes de Epicteto, das quais quatro livros sobrevivem) e constituiu o  Encheirídion, termo que em grego significa punhal, arma portátil ou livro portátil, manual. </description></item><item><title>Why Is There Something Rather Than Nothing?</title><link>http://criticanarede.com/onada.html</link><guid>http://criticanarede.com/onada.html</guid><description>Por que há algo e não nada? é a formulação básica -- desde Leibniz -- de um problema da metafísica: a questão, se é que tem sentido, consiste em descobrir uma razão de ser para a própria existência de um mundo repleto de coisas que o compõem, em vez de um puro vazio, a ausência de universo, o nada. Por que há algo e não nada? é também o título do mais recente livro de Leszek Kolakowski.</description></item><item><title>Mistificação e linguagem</title><link>http://criticanarede.com/mistifica.html</link><guid>http://criticanarede.com/mistifica.html</guid><description>Ludwig Wittgenstein (1889-1951) declara nas secções 6.44 e 6.45 do Tratactus Logico-Philosophicus (trad. de M. S. Lourenço, Gulbenkian) que O que é místico é que o mundo exista, não como o mundo é. A contemplação do mundo sub specie aeterni é a sua contemplação como um todo limitado. Místico é sentir o mundo como um todo limitado.</description></item></channel></rss>