O Lugar da Lógica na Filosofia, de Desidério Murcho
Plátano, 2003, 167 pp., 10,50 €
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Crítica: Artur Polónio
Apresentação
A lógica é leccionada em Filosofia, no ensino secundário e nas universidades. Todavia, subsistem muitas incompreensões quanto à sua natureza e ao seu papel na filosofia e na argumentação. Este livro esclarece estes e outros aspectos relacionados com o ensino da lógica. Fruto do trabalho do autor no Centro para o Ensino da Filosofia (Sociedade Portuguesa de Filosofia), e da sua experiência como Formador de professores de filosofia, trata-se de uma obra imprescindível para professores e estudantes que desejem transformar a lógica numa experiência enriquecedora, criativa e crítica.
Índice
Prefácio
A importância do ruído
Validade e verdade
Argumentos sólidos
Validade formal e material
Verdade como adequação
As três leis do pensamento
3 As frases e o que elas dizemClarificação e validade
A criatividade
O modelo do pensamento consequente
4 Forma LógicaFrases e proposições
Valor de verdade
Ambiguidades
Vagueza
Metáforas
Tipos de validade
Operadores verofuncionais
Conclusões contidas nas premissas
Tabelas de verdade
Tautologias e contradições
Inspectores de circunstâncias
Argumentos e proposições
O universo da argumentação
5 Lógica Clássica
6 Lógica AristotélicaFormalização
A importância da negação
Âmbito
Axiomática e dedução natural
Derivações
As falácias
Lógica de predicados
Linguagem de predicados
Sujeito e predicado
Negar proposições
Uma máxima conversacional
Subalternas
Classes vazias
7 Argumentos Não-Dedutivos
8 O Problema da Indução
O problema clássico da indução
Verde, azul e verdul
O novo enigma de Goodman
9 Argumentos de Autoridade
10 Paradoxos
Paradoxos e falsos paradoxos
11 Sintaxe, Semântica e Pragmática
12 Argumentação e Demonstração
Retórica e lógica informal
13 Argumentação e Subjectividade
Apêndice 1: Como fazer exercícios
Silogística
Exercícios conceptuais
Lógica clássica
O que não se deve fazer
Apêndice 2: Percursos de ensino da lógica
Programa em vigor até 2003/2004
Programa em vigor a partir de 2004/2005
Leituras e recursos
Glossário
Índice analítico
Gralhas
- Pág. 16, quarta linha a contar do fim: onde se lê "Imagine-se que Sócrates nunca se tinha dedicado à filosofia" deve ler-se "Imagine-se que Sócrates não era grego".
- Pág. 77, nota 7, linha 1: onde se lê "as últimas não resultarem" deve ler-se "as últimas resultarem".
- Pág. 124, quarto parágrafo, linha 1: onde se lê "Contudo, a frase "Esta frase é falsa" não verdadeira nem falsa" deve ler-se "Contudo, a frase "Esta frase é falsa" não é verdadeira nem falsa".
- Pág. 133, última linha: onde se lê "introdução da condicional" deve ler-se "introdução da conjunção".
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