Submissões
Artigos, discussões e comentários
Aceita-se submissões de artigos originais, exclusivamente em língua portuguesa, sobre qualquer área da filosofia, dando preferência a artigos de carácter introdutório e de divulgação. Estes artigos visam esclarecer professores, estudantes e o grande público, devendo exibir clareza, precisão, simplicidade de expressão, imparcialidade e distanciamento. Os artigos de investigação terão de exibir as mesmas virtudes, mas conter ideias originais, cuidadosamente defendidas. São particularmente bem-vindos artigos que discutam outros artigos publicados na Crítica, nomeadamente apresentando objecções, contra-exemplos e posições alternativas. Aceita-se também artigos de opinião informais.
O índice de rejeições da Crítica é bastante elevado. Para mais informações, clique aqui.
A submissão de um artigo original pressupõe que o mesmo artigo não está em fase de avaliação noutra revista, nem será submetido a outra revista enquanto não for rejeitado pelo director da Crítica.
O autor cede à Crítica o direito de publicação, podendo publicar depois o seu artigo noutras revistas ou livros desde que refira a Crítica como local original de publicação.
A Crítica publica artigos previamente publicados noutras revistas que não sejam de fácil acesso. A publicação original tem de ser referida.
Dado tratar-se de uma publicação digital, não há qualquer limite de páginas, nem instruções quanto à formatação.
Recensões e notas de leitura
Aceita-se recensões de livros de qualquer área da filosofia, privilegiando-se livros importantes para estudantes e professores. As recensões são o veículo que permite conhecer, de forma genérica, o conteúdo do livro em causa. O autor de recensões está assim a prestar um serviço importante à comunidade. As recensões tanto podem ser rejeitadas por falta de qualidade da recensão como por falta de qualidade do próprio livro recenseado.
Os livros a recensear poderão ou não ser recentes. As recensões não têm notas nem bibliografia. É necessário indicar 1) o título do livro, 2) o autor, 3) a cidade de edição, 4) a editora, 5) o ano de edição e 6) o número de páginas. Caso se trate de uma tradução é necessário também 7) o nome do tradutor. Exemplo: Problems in Philosophy: The Limits of Inquiry, de Colin McGinn. Oxford: Blackwell, 1993, 163 pp.
É obrigatório descrever clara e objectivamente o conteúdo do livro. Esta descrição sumária deve referir o conteúdo dos diferentes capítulos. O autor da recensão pode, mas não está obrigado a, deter-se mais pormenorizadamente na descrição de um aspecto particular do livro (uma parte de um capítulo, um capítulo, ou um conjunto de capítulos).
O autor pode, mas não está obrigado a, avaliar criticamente o livro. Caso o faça, pode deter-se num ou mais aspectos em particular de um capítulo ou de um grupo de capítulos, ou em aspectos mais gerais.
As notas de leitura são recensões longas e pormenorizadas, nas quais se avalia obrigatoriamente o livro em causa, sem contudo se prescindir dos elementos descritivos. As notas de leitura podem conter notas e bibliografia.
Traduções
Aceita-se traduções de artigos originais sobre qualquer área da filosofia, assim como excertos de livros. As traduções são revistas e corrigidas pelo director e poderão ser rejeitadas por falta de qualidade. Os artigos a traduzir poderão ser ou não de carácter introdutório.



